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Cuidando do Legado


Olá pessoal, long time no see, eh?

Pois bem, já tem um tempinho que não escrevo, mas estou tentando arrumar coragem pra mudar isso. Graças a isso, é bem provavel que, em breve, vocês tenha pelo menos 2 posts semanais para apreciar (minions, time to work).

Bom, vamos agora falar de um jogo que adquiri há pouco tempo mas que há muito me chamava atenção pela sua estrutura. Seu nome? Rogue Legacy.

OOOOOOHH MY GOOOOOOD

OOOOOOHH MY GOOOOOOD

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Madrugada no PC – Bem vindo a Pandora


Boa Noite pessoal, como vão todos? Espero sinceramente que bem. Hoje o dia foi um tanto melancolico por aqui, então creio que esse foi o principal motivo de eu enrolar tanto com o post de hoje. Não que eu não tenha uma parcela de culpa… Mas o tempo chuvoso… sabem como é.
Então resolvi, agora que a melancolia passou, escrever sobre um dos jogos que passaram por minhas mãos nessas ultimas semanas. Já era para eu ter feito esse post, mas resolvi esperar a conclusão do jogo para poder escrever algo consistente. – Caso estejam se perguntando, estou falando dele: Borderlands.

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Madrugada no PC – O Passado Manda Lembranças


Ola. Espero que hoje estejam dispostos a ler, porque eu vim disposto a escrever. Mas não se acanhem, não vou escrever muito. É só que hoje estou mais disposto (também… depois de passar o dia dormindo, só poderia estar…). Então esperem por algo bom para ser lido.

Depois de fazer o primeiro Maquina do Tempo, fiquei realmente interessado em escrever uma continuação para ele, mas resolvi continuá-lo de forma não cronológica (bem como é o jogo de que irei falar). Nesse post, falei sobre o primeiro jogo da série Silent Hill, da Konami. Então resolvi tecer um pouco mais sobre a série, mas falando sobre o quinto jogo dessa vez, Silent Hill: HomeComing. Apertem os cintos e vamos começar.

 

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Maquina do Tempo – A Colina Silenciosa


E ai pessoal, tudo bom? Espero que tenham gostado do post de ontem… tive q usar meu Nerd Power pra poder seguir escrevendo… já tava com ele completo, ai foi embora a luz. E, por alguma razão inexplicável, o servidor deu cabo do meu texto. Logo, tive de reescrevê-lo do zero. Mas, de qualquer forma, deu pra deixá-lo do jeito que eu queria, então não fez tanta diferença. Bom, já falei demais sobre isso, neh? Então vamos ao que realmente interessa.

Andei revirando aqui meus estojos de CDs e DVDs, à procura de algo q fosse, no minimo, interessante para postar. Como eu sou meio chato para isso, a tarefa ocupou meu dia quase q por completo… mas até foi bom, para eu poder rever algumas coisas que não tinha contato há anos. Agora, o que me motivou a isso? O simples fato de ter escrito o post de ontem. Depois de relembrar como eram bons aqueles jogos, deu vontade de ir atrás de mais. E foi o que eu fiz… e o que farei ocasionalmente…. Por falar nisso, tive uma ideia interessante:

Está inaugurado o Maquina do Tempo. Sei que o nome pode parecer meio clichê… mas não to nem ai. – Maquina do Tempo será o novo bloco de posts do blog, com o objetivo de falar de jogos mais antigos (não pense em tão antigos… da geração Ps2 – Xbox – Gamecube, pra baixo). Nele serão encontrados todos os jogos que vocês imaginarem (nada de apenas jogos conhecidos). Então, para começar, hoje falarei de um dos poucos jogos que me fizeram ficar sem dormir direito: Silent Hill.

 

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Madrugada no PC – Imigrante Ilegal


Como deixei claro no ultimo Madrugada no PC, minhas madrugadas são bem vazias. Graças a isso, fico pesquisando bons jogos, livros, filmes e/ou animes que possam deixar-me distraido até que o sono venha. Nomes bons sempre aparecem, mas conseguir ter acesso a esses eh beeem complicado em alguns casos. Um belo exemplo é o jogo de q falarei nesse post.

Boas franquias sempre foram alvo de minhas pesquisas, até porque pesquisar sobre franquias é definitivamente mais facil que pesquisar sobre titulos isolados. Graças a isso, tive contato com jogos fabulosos. Exemplos:

Devil May Cry

Resident Evil

Fatal Frame

Mass Effect

… dentre outros (muitos outros, por isso parei por aqui). Mas se teve uma que me deu trabalho pra adquirir foi a série GTA… mais exatamente o GTA IV.

GTA IV… pensem num jogo dificil de se encontrar. Poiseh… nunca penei tanto para conseguir um jogo mas (enfim), depois de um ano, consegui colocar minhas mãos nele… E por uma quantia bem abaixo do mercado (ehh, tive de recorrer ao mercado informal de jogos de segunda mão). Bom, oq importa é que pude jogar.

GTA IV, seguindo o exemplo de seu antecessor (GTA San Andreas), possui um enredo muito bem construido. No caso, temos a historia de Niko Bellic, um imigrante ilegal que quer mudar de vida e conhecer a famosa Terra da Oportunidade. Graças a isso, aporta em Liberty City (cidade ficticia baseada em Nova York), a cidade mais louca da América, onde procura criar uma vida nova ao lado de seu primo, Roman, que é o retrato do “sonho americano” como é visto no exterior.

Bem como em todos os jogos da série, nosso personagem entra em contato com o submundo da cidade. Tal acontecimento é resultado do mundo que encontra em Liberty City… o mundo real, o verdadeiro “sonho americano”. Desse ponto em diante, nos perdemos entre pontos turisticos, cyber-cafes e boates de strip-tease, em um mundo que pode ser encarado de diversas formas… embora a mais real seja “o mundo como ele é”.

Além de contar com uma historia profunda e envolvente, o jogo cativa por diversos outros aspectos. A jogabilidade, por exemplo, é muito intuitiva e de facil dominio. Vc basicamente pode fazer tudo o que imaginar fazer. Quer andar de moto pela cidade? É só pegar uma. Quer ir tomar um porre? Basta ir ao bar mais proximo. Tá afim de uma programa mais adulto? Oferta é o que não falta nas calçadas. Resumindo, é definitivamente um mundo aberto.

Graficos. 8 entre 10 gamers procuram jogos por graficos. Se você for um desses, esse é o seu jogo (se não for, tbm é o seu jogo :D). Admito que nunca joguei as versões para consoles de GTA IV, mas os comentários foram foram os melhores. Agora quanto a versão pra pc… Bom, meu pc de ultima geração da lag com ele… tire suas conclusões.

Outro ponto forte é o som. Todos os sons são incrivelmente naturais, mostrando o mundo vivo do jogo. Sons de motores realmente dão a impressão de que vc está em um. Além disso, o proprio som da multidão é crivel. Ahh, antes que eu me esqueça… vc vai se surpreender com as radios. Alem de os Talk-shows serem interessantes (vc vai achar engraçado da primeira vez que alguem falar que uma pessoa com suas caracteristicas foi vista saindo de uma cena de crime), as musicas foram muito bem selecionadas e agradam a todos os gostos.

Enfim, GTA IV é definitivamente o candidato mais bem cotado para entrar no rol de jogos épicos de minha coleção. E sabem o pq disso? Porque esse jogo é bom. Não bom como qualquer jogo por ai… Esse jogo é bom mesmo. Vale a pena compra-lo… Vale a pena joga-lo… Vale a pena vive-lo. – Então jogue-o e viva-o (quanto a comprar… tanto faz… vc pode empresta-lo se quiser. Só não peça o meu. kkk).

So, ready to live the American Dream?

Tarde no Cinema – Scott Pilgrim Vs. The World


Ultimamente, ando procurando coisas novas pra me distrair, quando nao estou ocupado com a Facul ou aproveitando o dia ao lado de minha namorada (que, por sinal, gostaria q fosse a unica coisa q eu teria de fazer). Dentre as atividades que me divido, as horas que separam cada uma são bastante monotonas… a tal ponto que as vezes tenho vontade de fugir de tudo, de meus compromissos (fugir e levar minha amda comigo 😀 ), mas na ausencia de uma fuga fisica, acabo por me contentar com uma fuga imaginária (quem leu o post Uma Nova Las Vegas sabe a que me refiro).

Possuo uma extensa coleção de jogos, mas nem sempre tenho vontade de ficar interagindo com a historia, então corro atrás de filmes. Por coincidência, me deparei com um titulo bastante interessante nas mãos de um amigo(digo coincidencia pois já havia ouvido falar sobre o filme antes, mas nunca o tinha encontrado para assistir). Seu nome? Scott Pilgrim Vs. The World (vc não leu no titulo?)

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