Madrugada no PC – O Passado Manda Lembranças


Ola. Espero que hoje estejam dispostos a ler, porque eu vim disposto a escrever. Mas não se acanhem, não vou escrever muito. É só que hoje estou mais disposto (também… depois de passar o dia dormindo, só poderia estar…). Então esperem por algo bom para ser lido.

Depois de fazer o primeiro Maquina do Tempo, fiquei realmente interessado em escrever uma continuação para ele, mas resolvi continuá-lo de forma não cronológica (bem como é o jogo de que irei falar). Nesse post, falei sobre o primeiro jogo da série Silent Hill, da Konami. Então resolvi tecer um pouco mais sobre a série, mas falando sobre o quinto jogo dessa vez, Silent Hill: HomeComing. Apertem os cintos e vamos começar.

 

Silent Hill: HomeComing é o primeiro jogo da série lançado para a nova geração de videogames (embora o que eu usei para essa analise seja a versão de PC). Seguindo a mesma estrutura de seus antecessores, esse jogo apresenta-nos um mundo onde o sobrenatural e o real se misturam, para formar um cenário onde nada é o que parece ser.

Sua historia é focada em Alex Shepherd, um soldado das Forças Especiais que, foi recentemente liberado do hospital, onde se recuperava de ferimentos de combate. Após ser liberado, Alex decide voltara para sua casa, na pequena cidade de Shepherd’s Glen (o nome da cidade foi dado em homenagem a um antepassado de Alex que ajudou a fundá-la). No caminho para casa, Alex tem um pesadelo envolvendo seu irmão, criando assim uma urgência para voltar para casa e encontrá-lo (para quem jogou Silent Hill: Ørigins, a cena após o pesadelo trará lembranças). Tal urgência se faz justificada pois, ao chegar em sua cidade, a encontra completamente deserta. Em sua casa, encontra apenas sua mãe, quase em estado de catatonia, que o fala q seu irmão está sumido e que seu pai saiu para encontrá-lo. Alex então começa uma busca desesperada pelo paradeiro de seu irmão, entrando em contato assim com o mundo obscuro de sua cidade, de Silent Hill e de seu passado.

A jogabilidade do novo titulo foi alvo de muitas criticas, tanto boas quanto ruins. O lado bom, segundo as criticas, da jogabilidade é o fato de agora ter-se novas possibilidades de movimento. Por conta de seu passado como militar, Alex tem muito mais técnica que seus antecessores (dos outros jogos) para enfrentar os inimigos que espreitam pela cidade. Golpes físicos, divididos entre forte e fraco; esquivas e a alta pericia com armas, tornam esse Silent Hill o mais próximo de um jogo de ação que a série já chegou.

Já o lado ruim, segundo a critica, está na diminuição do lado horror-psicológico, diminuído pelo fato de a nova jogabilidade ter facilitado a sobrevivência do personagem. A meu ver, tal critica não está fora de proposito, pois a marca registrada da série era a sobrevivência, obrigando personagem sempre a fugir para continuar vivo. Com o novo sistema de luta, tal característica viu-se diminuída. Mas nada que comprometa o jogo.

A parte sonora do jogo não fica devendo a nenhum jogo da nova geração. Contando com efeitos de ponta, Silent Hill: HomeComing marca pela forma realista com que os sons foram criados, passando um tom macabro a todas as situações vividas pelo protagonista. Além disso, a produção musical novamente mostra-se impecável, o que já é uma característica da série. Com isso, fecha-se então uma das melhores produções sonoras dos últimos anos.

Graficamente falando, HomeComing é, definitivamente, uma evolução para a série. Por contar com todo o poder oferecido pela nova geração de consoles, o jogo oferece os gráficos mais bonitos vistos até então na série. Tanto os vídeos quanto as partes jogáveis contam com uma produção de primeira, e não decepcionam em momento algum. Então não se surpreenda com os gráficos. Eles são bonitos mesmo.

Enfim, Silent Hill evoluiu e continua evoluindo de versão para versão. E, como toda boa série, tem sempre algo bom para os fãs. Então se você é fã do gênero, ou se está afim de saber como este gênero é o que pode oferecer de jogabilidade a você, Silent Hill: HomeComing é o titulo certo. Recomendo o titulo a todos.

Você tem de enfrentar a escuridão para encontrar a verdade. Pronto para essa jornada?

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Sobre Wladimir Araújo Neto

Developer, writer, negative atheist, fascinated by coffee and in love with computing. Podcaster at TambaCast and a New Orleans Saints fan. Desenvolvedor, escritor, ateu negativo, fascinado por café e apaixonado por computação. Podcaster no Tambacast e torcedor do New Orleans Saints.

Publicado em 07/01/2011, em Jogos e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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