Tarde no Cinema – Bem-vindos à Terra dos Mortos


Ola mais uma vez. Hoje, por incrivel que pareça, resolvi escrever o post do dia mais cedo que o habitual. Devo isso ao fato de que estou tendo problemas com a minha conexão a internet… então vou aproveitar enquanto consegui essa pequena brecha de tempo em que meu modem está funcionando para que eu possa escrever e publicar logo o texto.

Estive procurando algum material de relevância para por aqui… mas não encontrei nada que me animasse 😦 . Então resolvi apelar para um material que eu já tinha idealizado mas nunca posto no papel (ou no PC, se preferirem).

Como vocês já devem estar cientes, nesse ano que passou houve uma verdadeira febre relacionada a zumbis. As explicações são muitas, mas, na minha opinião, cada uma só serve para o proposito de promover algo, então não acho viável explicitá-las aqui. – devido a essa febre, pudemos presenciar diversos tipos de menções a eles. Seja em filmes, livros, jogos ou em séries de TV, os zumbis ganharam um espaço bastante grande, o que chamou a atenção da mídia e dos consumidores dessas atrações, por ser um tema antigo mas que veio à tona rapidamente. Creio, então, que vocês já tem uma vaga ideia do assunto desse post, não é? Pois então, é exatamente sobre os zumbis que eu irei falar, mais exatamente sobre um filme que os retrata. Seu nome? Zombieland.

 

Zombieland, como o próprio nome diz, retrata uma terra completamente tomada por esses seres bizarros. Uma terra em que a presença humana se tornou apenas uma raridade perdida no meio de um mar de seres mortos que andam por ai à procura de saciar sua fome. E é em meio a tudo isso que encontramos nosso protagonista.

Columbus (Jesse Eisenberg) é um jovem estudante do Texas que conseguiu sobreviver ao holocausto. Munido de um pequeno livro de regras para sobreviver aos zumbis, criado por ele mesmo, Columbus cai na estrada em busca de encontrar sua família, em Columbus (sim… a “coincidência” é intencional. Nenhum dos personagens diz seu nome, usa um que tenha alguma relação a sua história). Durante sua viajem, acaba entrando em contato com os outros personagens que viriam, mais tarde, a se tornar uma equipe.

Tallahassee (Woody Harrelson), o primeiro a cruzar seu caminho, é um viajante linha-dura, determinado a dar cabo de todos os zumbis que encontrar em seu caminho (principalmente se estes estiverem entre ele e uma caixa de bolinhos recheados). As irmãs Witchita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin) são as que Columbus encontra em seguida, enquanto ele e Tallahassee sondavam um supermercado. Little Rock é uma garota de 12 anos bastante esperta e madura para sua idade. Vive debaixo da asa de sua irmã, mas sabe se virar sozinha quando é necessário. Witchita por sua vez não é, nem de longe, uma mulher com que se possa bancar o machão. Forte e determinada, ela faria de tudo para ver sua irmã em segurança e para seguir em frente em sua busca por um lugar onde a infestação zumbi não tivesse chegado. – Conclui-se então o time de sobreviventes, que juntos buscarão um lugar para poder continuar suas vidas, longe de todo esse conflito.

Embora o enredo seja meio clichê, Zombieland agrada por nos mostrar um lado mais cômico do holocausto zumbi. Enquanto a maioria dos filmes que vemos nesse sentido só estejam focados em sobrevivência e terror, até mesmo as mortes podem ser cenas divertidas (principalmente quando Tallahassee tece seus comentários ácidos a respeito de como um determinado zumbi deveria morrer). Graças a isso, o filme tem um fator replay muito grande, fazendo com que, independente de quantas vezes você o assista, sempre será uma boa experiência.

O por que de eu afirmar isso? É pelo simples fato de o filme se dar bem em todas as características. A direção é de primeira, mostrando exatamente no filme todas as cenas que seriam esperadas pelos fãs do gênero e apresentando cenas novas que com toda a certeza agradaram a quem já o assistiu.

O grupo responsável pelo som também fez um ótimo trabalho. Além de os efeitos sonoros serem bastante condizentes com o ambiente, a trilha sonora do filme faz jus a todo o clima de desolação apresentado. A cena de abertura ao som de For Whom the Bell Tolls então, sem comentários.

Enfim, Zombieland é o tipo de filme que tem de fazer parte daquela sua reunião com os amigos. Um filme animado, com ação e comédia na medida certa, que torna qualquer tarde (com pipoca e refrigerante) um programa sem igual. Recomendadissimo.

Nut Up or Shut Up.

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Sobre Wladimir Araújo Neto

Developer, writer, negative atheist, fascinated by coffee and in love with computing. Podcaster at TambaCast and a New Orleans Saints fan. Desenvolvedor, escritor, ateu negativo, fascinado por café e apaixonado por computação. Podcaster no Tambacast e torcedor do New Orleans Saints.

Publicado em 06/01/2011, em Filmes e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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