Maquina do Tempo – A Colina Silenciosa


E ai pessoal, tudo bom? Espero que tenham gostado do post de ontem… tive q usar meu Nerd Power pra poder seguir escrevendo… já tava com ele completo, ai foi embora a luz. E, por alguma razão inexplicável, o servidor deu cabo do meu texto. Logo, tive de reescrevê-lo do zero. Mas, de qualquer forma, deu pra deixá-lo do jeito que eu queria, então não fez tanta diferença. Bom, já falei demais sobre isso, neh? Então vamos ao que realmente interessa.

Andei revirando aqui meus estojos de CDs e DVDs, à procura de algo q fosse, no minimo, interessante para postar. Como eu sou meio chato para isso, a tarefa ocupou meu dia quase q por completo… mas até foi bom, para eu poder rever algumas coisas que não tinha contato há anos. Agora, o que me motivou a isso? O simples fato de ter escrito o post de ontem. Depois de relembrar como eram bons aqueles jogos, deu vontade de ir atrás de mais. E foi o que eu fiz… e o que farei ocasionalmente…. Por falar nisso, tive uma ideia interessante:

Está inaugurado o Maquina do Tempo. Sei que o nome pode parecer meio clichê… mas não to nem ai. – Maquina do Tempo será o novo bloco de posts do blog, com o objetivo de falar de jogos mais antigos (não pense em tão antigos… da geração Ps2 – Xbox – Gamecube, pra baixo). Nele serão encontrados todos os jogos que vocês imaginarem (nada de apenas jogos conhecidos). Então, para começar, hoje falarei de um dos poucos jogos que me fizeram ficar sem dormir direito: Silent Hill.

 

Pra que já jogou algum jogo da série Silent Hill, sabe muito bem que não é um jogo para qualquer um. Embora o que nos seja mostrado no jogo esteja longe de ser real, a maneira como é mostrada afeta quem o joga. Isso tudo deve-se a historia intrincada, que obriga o jogador a estar atento do inicio ao fim para entender… acho q esse é o motivo de a série ser tão extensa. Mas não vamos nos prender nisso. Silent Hill é uma série interessantíssima mas, a meu ver, alguns jogos se destacam, inclusive o que é o foco desse post, o primeiro Silent Hill, do saudoso PS1.

Silent Hill 1 (coloquei o 1 só pra diferenciar quando eu for falar do jogo ou da série) é marcante pois, além de ser o primeiro da série, aquele que deu o ponta pé inicial, é o que apresenta um dos mais profundos enredos. Além disso, ele marca por ter inaugurado um nicho dentro dos Survival-Horror, o Survival-Horror Psicológico.

A história de Silent Hill 1 tem como pano de fundo a pequena cidade de Silent Hill, onde eventos sombrios tomam parte. Você, jogador, vive o papel de Harry Mason. Harry é um kra normal, que veio parar em Silent Hill após um acidente na estrada. Graças a esse acidente, sua filha, Cheryl, acaba sumindo, e tudo indica que ela está perdida pela cidade. Começa então a jornada de Harry para saber o paradeiro de sua filha, perdida em uma cidade caindo aos pedaços… o que ele não esperava é encontrar o que ele encontrou no caminho.

A historia, como vocês podem ver, começa muito interessante. Mas isso é só o comecinho de uma trama gigantesca (de que eu não falarei nada, para deixá-los na curiosidade). Vale a pena correr atrás de entendê-la. Mas, afinal, não é só o enredo que é interessante.

A jogabilidade de Silent Hill, para a época, era muito boa. Você controlava Harry em uma perspectiva de terceira pessoa (modo que os fãs de Resident Evil conhecem bem), o que facilitava a visão do que se passava ao seu redor. A movimentação era fácil de utilizar (embora fosse um pouco truncada, para dificultar o movimento), mas precisava de um pouco de técnica quando era necessário realizar uma fuga… sim, fuga. Diferente de um jogo de ação, em q você atira em tudo o que se mexe, em Silent Hill, por ser um Survival-Horror, você tem que, como o nome diz, sobreviver. E para isso, tem-se que fazer o máximo para evitar conflitos, o que significa economizar munição para quando esta realmente for necessária… e, tome nota, ela realmente é necessária em algumas partes. Para auxiliá-lo nessa tarefa árdua, você conta com um pequeno radio que começa a fazer barulho quando há alguma ameaça por perto (só não se acostume com ele…).

Toda a parte sonora do jogo também é muito boa. Os sons in-game são muuuito assustadores (há inclusive umas cenas bastante bizarras, como um bebé fantasma que aparece em uma cena só para assustar o jogador). Além disso, contamos com a presença de uma produção musical de primeira. Todas as músicas foram muito bem feitas, e realmente passam o clima necessário para aumentar a tensão no jogo.

Enfim, se você for fã de jogos que o façam suar frio, esse com toda a certeza tem q estar em sua coleção. Seja por sua jogabilidade leve, pela profundidade de sua historia ou pela qualidade sonora, Silent Hill marcou seu lugar entre os maiores nomes dos jogos da época. Recomendadíssimo.

Preparado para enfrentar seus maiores medos?

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Sobre Wladimir Araújo Neto

Developer, writer, negative atheist, fascinated by coffee and in love with computing. Podcaster at TambaCast and a New Orleans Saints fan. Desenvolvedor, escritor, ateu negativo, fascinado por café e apaixonado por computação. Podcaster no Tambacast e torcedor do New Orleans Saints.

Publicado em 05/01/2011, em Jogos e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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