Cuidando do Legado


Olá pessoal, long time no see, eh?

Pois bem, já tem um tempinho que não escrevo, mas estou tentando arrumar coragem pra mudar isso. Graças a isso, é bem provavel que, em breve, vocês tenha pelo menos 2 posts semanais para apreciar (minions, time to work).

Bom, vamos agora falar de um jogo que adquiri há pouco tempo mas que há muito me chamava atenção pela sua estrutura. Seu nome? Rogue Legacy.

OOOOOOHH MY GOOOOOOD

OOOOOOHH MY GOOOOOOD

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Coisas do Kickstarter


Tem uma galera que já conhece o Kickstarter pelos incríveis jogos que aparecem por lá. Mas pouca gente realmente acompanha o mesmo para ver o que de interessante realmente podemos encontrar.

Estava eu, ontem, vagando pelo mesmo quando me deparei com o seguinte jogo:

Sim, meus caros, este é TUG.

TUG é um sandbox de fantasia gerado de forma procedural. Pense em um Minecraft com uma qualidade visual fantástica, aliado à um gameplay polido e à um multiplayer cooperativo constante. Esse é TUG.

TUG não é só um jogo, é uma verdadeira experiência. Acompanhando os vídeos da produção, que podem ser vistos aqui NerdKingdomOfficial, vemos o nível da equipe de produção e todos os grandes planos que eles tem para com esse jogo.

Bom, seja lá o que for que eu vá falar, não vai fazer jus ao jogo. Então, caso queiram se informar mais ( ou caso queiram ajudar na produção com aquela sua simbólica participação monetária, garantindo, de quebra, uma cópia para você), vale visitar a página do jogo no Kickstarter, http://www.kickstarter.com/projects/nerdkingdom/tug-1  ou na página oficial da equipe de produção, http://nerdkingdom.com/  .

TUG tem previsão de lançamento para janeiro de 2015 e irá custar $40 no dia do lançamento.


Só para lembrar, o funding do TUG encerra daqui a 5 horas. Então, se quiser garantir sua cópia do mesmo, é só separar aqueles 10 obamas que você tem na conta e visitar a página do jogo no kickstarter. Vejo vocês lá o/

Pondo à prova um Otimizador Quantico


Olá pessoal e bem-vindos novamente ao Trocando Bits. Procurando uma forma de deixar o site mais interessante (pra mim, inclusive), resolvi levar o subtitulo do site ao pé da letra e investir um pouco em coisas mais cientificas (don’t blame me now…). – Para começar, um post sobre um Otimizador Quântico mostrando seu poder. So, here we go.

Para que vocês possam entender algo, primeiro uma breve explicação do que diabos é um Computador Quântico e como seu modelo pode ser utilizado para realizar uma Otimização Quântica:

Esta é uma Esfera de Bloch, uma representação de um qubit.

Um Computador Quântico nada mais é que um sistema que utiliza leis da Mecânica Quântica, como Sobreposição e Interferência para realizar cálculos que um computador normal realizaria em um tempo excessivamente longo e impraticável. Para a realização desses cálculos, os Computadores Quânticos utilizam um tipo de dado diferente do utilizado em um computador “clássico” (basicamente, o computador que conhecemos e utilizamos no dia-a-dia), dado este criado com base no Princípio de Sobreposição. Tal dado, chamado de Qubit (Quantic Bit), é um dado que apresenta a curiosa característica de poder apresentar dois estados diferentes simultaneamente. Ex: Em um computador clássico são utilizados bits para que sejam realizadas todas as tarefas. Tais bits são compostos de dois estados, representados por 0 ou 1, sendo que um bit somente pode apresentar um estado por vez. No caso dos Computadores Quanticos, os qubits também apresentam dois estados, 0 ou 1, mas diferente dos bits, esses estados podem estar “sobrepostos”, apresentando simultaneamente ambos. Complicado não? De inicio sim, mas se vocês forem curiosos o suficiente para irem atrás de informações, tenho certeza que ficará mais fácil de entender (talvez eu até fique com pena e faça um post específico para explicar como isso funciona).

Bom, já sei como um Computador Quantico funciona, mas como isso pode ser utilizado para uma Otimização Quântica? E o que é, afinal, uma Otimização Quântica?

Uma Otimização Quântica é uma otimização algorítmica que utiliza os princípios presentes em um Computador Quântico (ou diretamente da Mecânica Quântica). Para realização desta otimização, entra em jogo o Computador Quântico. Por utilizar qubits, o algoritmo poderia usufruir das capacidades apresentadas pelo Principio da Sobreposição e, assim, realizar sua atividade em um tempo muito menor.

Bom, após essa introdução, vamos ao que interessa:

Um Box Quântico da D-Wave e seu fundador, para escala

Este, meus caros, é o fundador da D-Wave, uma empresa que trabalha diretamente com Computação Quântica. E, atrás dele, podemos ver um dos Box Quânticos desenvolvidos pela empresa (pequeno, não?). Recentemente (mais exatamente, no dia 13 de Agosto) a equipe de pesquisa da D-Wave, em conjunto com pesquisadores da Universidade de Harvard, publicaram um artigo onde mostram a utilização de um Otimizador Quantico da empresa para realizar o “fold”, ou configuração de uma proteína.

Quando se fala em “Organizar uma Proteína”, se está falando de um problema muito difícil e, ao mesmo tempo, muito importante. Proteínas são compostas de cadeias de aminoácidos que, quando unidos, podem assumir um número muito grande de formas. Essa grande variação normalmente gera inúmeros problemas pois, ao assumir uma forma que não a forma real, pode fazer com que a Proteína não funcione como esperado ou simplesmente não funcione – Ou, ainda pior, funcione de forma maléfica. Dessa forma, encontrar a configuração correta de uma Proteína é uma tarefa de suma importância.

Atualmente, aceita-se a concepção de que a configuração de uma proteína funcional seja aquela que necessita da menor quantidade de energia possível para se manter estática. É uma ideia plausível mas que apresenta-se de forma muito sensível. Isso pelo fato de que a cada interação com o ambiente, a Proteína pode acabar se reconfigurando para liberar energia. – Para testar essa ideia, cientistas acabam perdendo muito tempo calculando as configurações de uma proteína, num processo que exige muito computacionalmente.

Para resolver esse problema, uma técnica muito útil e simples (cientificamente falando, porque eu demorei uns longos 20 minutos pra entender) é colocar os aminoácidos aleatoriamente em uma grade 3D e deixá-los movimentarem-se livremente. Cada movimentação, ou salto, exige uma certa quantidade de energia. Mas essa energia pode ser reduzida caso o aminoácido encontre uma configuração em que o custo energético seja menor.

Para calcular e encontrar essa configuração, o processo utilizado é o semelhante ao utilizado com imãs. Quando organizados em uma grade 2D, os imãs sofrem interferência uns dos outros, realizando mudanças de posições. A energia utilizada para realizar essas mudanças é dada pela temperatura. Quanto mais quente, maior interação irá ocorrer. Caso a temperatura seja reduzida, a movimentação será reduzida e as interações energéticas irão, em um ponto, cessar. Caso a redução de temperatura seja feita na velocidade correta, é possível observar os imãs em uma configuração que utiliza a menor quantia de energia possível. – De forma semelhante, a configuração da cadeia de aminoácidos que utiliza a menor quantia de energia (a configuração funcional), pode ser encontrada.

Para contextualizar o exemplo dos imãs, consideramos que, na vida real, eles são representados por anéis supercondutores (ou SQUIDs, Superconducting Quantum Interference Devices). A direção assumida pelo imã, no exemplo acima, é dada pela direção em que a corrente (magnética) está circulando e o “casamento” entre diferentes imãs não é dado pelo campo magnético e sim indiretamente por capacitores, indutores e outros SQUIDs. O papel do SQUID então é controlar esse “casamento”. – O nome dado ao método para calcular essas interações é anelamento simulado. E é exatamente neste ponto que voltamos à D-Wave.

Esse é um exemplo do que seria um SQUID

No artigo, a D-Wave apresenta um hardware que realiza o anelamento simulado, que seria utilizado para calcular a configuração funcional da Proteína, de forma quântica. Para tanto, faz a demonstração do calculo dessa configuração. Embora importante, esse cálculo não é ponto forte do artigo. O ponto forte é que, com ela, a D-Wave realmente conseguiu mostrar que há algo quântico no que realizaram. O vetor (a área onde as informações são recebidas) do SQUID utilizado é pequeno demais para comportar a Proteína de seis aminoácidos. Para contornar isso, os cientistas utilizaram uma técnica bastante comum no ramo da Ciência da Computação, chamado de Divide and Conquer (basicamente, dividir o problema em sub-problemas, resolver os sub-problemas e organizar as sub-soluções em uma solução para o problema original). Por meio desta técnica, puderam dividir a Proteína em partes pequenas o suficiente para serem utilizadas pelo SQUID. Como o resultado foi compatível com o esperado e os testes foram concluídos em tempo hábil, os pesquisadores chegaram à conclusão de que, realmente, tudo ocorreu corretamente, como se os aspectos quânticos estivessem contribuindo para com o resultado. Então realmente há algo quântico no que realizaram.

Com tudo isso exposto, o resultado a que podemos chegar é que o espaço para pesquisas envolvendo Computação Quântica só cresce a cada dia que passa e que a necessidade de aplicações de maior porte aumenta cada vez mais. Um universo evoluindo a uma velocidade vertiginosa nos espera.

Fonte:

http://www.nature.com/srep/2012/120813/srep00571/full/srep00571.html

 http://arstechnica.com/science/2012/08/a-quantum-optimizer-folds-its-first-proteins/

Obs: Usei como base e tentei ao máximo me distanciar da forma de escrever do autor. Qualquer semelhança é devido a própria estrutura textual.

E depois de um longo inverno…


… Enfim resolvi aparecer. Honestamente? Eu sempre gostei de escrever aqui e isso não mudou. – O problema é que, infelizmente, sou preguiçoso demais. Some isso ao meu perfeccionismo e você terá um cara que quer fazer as coisas, mas morre de preguiça e, ao querer que o que há para fazer saia perfeito, acaba por acrescentar apoio ao seu lado preguiçoso. Sim, este sou eu… Mas, estou aqui de novo (pra quem eu já não sei… kkk).

Muito bem, depois de passar esse longo período sem postar nada, resolvi que estava na hora de voltar à escrever algo (acreditem, isso faz bem à minha sanidade), até por que preciso manter minha produção escrita sempre em atividade. Graças a isso, talvez (talvez mesmo…) vocês tenham algo pra ler pelo menos uma vez por semana. – Lembrando que estou sendo otimista. – Mas enfim, vamos ao que interessa.

No inicio do ano, adquiri (enfim) um PS3 (cheers). Por esse motivo, estarei aposentando a seção Madrugada no PC por outra envolvendo Games no geral (só ainda não pensei em um nome). – Para estrear essa nova seção, por enquanto sem nome, falarei hoje sobre um dos jogos que adquiri recentemente e que tenho jogado praticamente sem parar (divido meu tempo entre ele, FullMetal Alchemist Brotherhood – que terá um post – , minha namorada e o trabalho). Seu nome? Red Dead Redemption.

A capinha desse jogo fabuloso

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Tarde no Cinema – Não sabemos explicar


Olá a todos. Para marcar a volta de minhas publicações, resolvi escrever sobre um assunto simples mas que interessa há muita gente… Filmes. E, como não poderia deixar de ser, o Tarde no Cinema está de volta, onde farei minha analise sobre o ultimo filme que tive a oportunidade de assistir na tela grande.

Para quem me conhece (uma quantia infima de pessoas), sabe que minhas férias de férias não estão tendo nada, então tempo pra ir ao cinema é o que menos possuo. – Mas, volta e meia, eu dou uma fugida com minha namorada pra curtir um filme. E a ecolha de hoje foi um filme bastante interessante e que há algum tempo chamava minha atenção, principalmente pelo seu estilo, de que sou fã. Seu nome? The Devil Inside (A Filha do Mal, no Brasil).

Poster

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Jogos Multiplayer N64


Vamos lá, colocando o Trocando Bits pra funcionar.
Se você tem aí por volta dos 20 anos você tinha ou um Nintendo 64 ou um Playstation, certo? Talvez até os 2. Eu meio que nunca gostei de Playstation, sou mais nintendista e bem, era bastante divertido chamar alguns amigos e passar a tarde jogando vídeo-game e aqui vão alguns deles:

  • Super Smash Bros

Sim, manolos. A série de jogos que coloca vários heróis para degladiarem entre si iniciou no Nintendo 64 e proporcionou muita, mas muita diversão. Era a primeira vez que víamos ali Mario, Samus, Captain Falcon, Fox McCloud se esmurrando buscando a vitória, obtida quando todos os outros personagens eram arremessados do cenário. Além de ter um modo single player onde você luta contra todos os personagens e no final se depara com a Master Hand, o “chefão”. A base para um dos maiores sucessos do Nintendo wii.

Aqui a propaganda do jogo para o Nintendo 64:

  • Pokémon Stadium 1 e 2

Provavelmente você, amigo leitor, já fez 3 coisas: quis dar uma kame-hame-ha, comprou uma dezena de cartas de yu-gi-oh e brincou ou de duelo ou de “bafo”, e quis ter pokemons para batalhar. E isso era o que Pokémon Stadium fazia. Te colocava em batalhas Pokémon. E com a vantagem (ou não) de não precisar começar uma jornada antes disso, você próprio escolhia os pokémons que iria usar. No primeiro Pokemon Stadium havia somente os  pokemons da primeira geração ( a melhor) e no segundo tinha a primeira e a segunda geração. Além do modo de batalha com os amigos, havia também uma conexão com game boy e um modo onde você enfrenta vários lideres de ginásios e a elite dos 4 e vários minigames.

  • Bomberman 64

Clássico. Se nunca jogaram Bomberman( o que eu duvido), joguem, na internet não falta bomberman multiplayer, que era a melhor parte do jogo. Além do modo história, o pequeno robô que usa bombas para destruir obstáculos as usa também para destruir seus adversários em um modo multiplayer para até 4 jogadores onde o único objetivo é sobreviver.

É isso é tudo por hoje. Até o próximo post. TrocandoBits colocando as engrenagens para funcionar, trazendo algo interessante pra você.